Axolote

Ambystoma mexicanum

Estatuto de conservação

  • Não avaliado
  • Dados insuficientes
  • LC
    Pouco preocupante
  • NT
    Quase ameaçada
  • VU
    Vulnerável
  • EN
    Em perigo
  • CR
    Criticamente em perigo
  • EW
    Extinto na natureza
  • EX
    Extinta

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    Comprimento
    30cm
    Peso
    100-200g
    Longevidade
    25 anos
    Dieta
    Invertebrados, girinos e pequenos peixes
    Habitat
    Zonas húmidas

    O Axolote apresenta uma coloração escura, útil para se camuflar no seu habitat natural. Existem variações de cor mais conhecidas, de coloração mais clara, ocorrendo normalmente em cativeiro. Ao contrário de outras salamandras, não completa a sua metamorfose, apresentando características juvenis como brânquias externas e uma barbatana caudal desde a base da cabeça até ao final da cauda.

    A reprodução ocorre principalmente na primavera, entre os meses de março e junho, quando a água está com as condições ideias. O macho coloca uma bolsa em forma de cone com o seu conteúdo genético, chamado de espermatóforo, que é recolhido através da cloaca da fêmea para fertilizar os ovos internamente. Estes serão colocados um a um na vegetação, podendo ir de 200 a 1000 ovos.

    O Axolote vive apenas na água, utilizando a sua pele e brânquias para respirar. Apesar disso, pode subir à superfície, fazendo uma respiração pulmonar. Tem uma grande capacidade de regeneração, podendo recuperar diversas partes danificadas do seu corpo. Apesar da sua popularidade, pouco se sabe sobre o seu comportamento e ecologia na natureza devido à sua reduzida população e difícil acesso ao seu habitat, onde grande parte do conhecimento obtido surge do cuidado em cativeiro.

    Existem menos de 1000 indivíduos em estado selvagem. As suas principais ameaças são a contaminação dos sistemas hídricos e a competição e predação por espécies de peixes introduzidas por ação humana. Existe, contudo, um plano de conservação desta espécie, como também um grande número de indivíduos em cativeiro. As ações de conservação têm como foco a valorização dos lagos onde habitam através da educação ambiental e turismo de natureza, unindo ações de restauro ecológico através da reabilitação do habitat e remediação biológica.

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