Apesar de ser uma das espécies mais comuns de abutre em África, encontra-se desde 2018 classificada como “Criticamente em Perigo” pelo IUCN. Esta classificação deve-se ao rápido declínio da sua população, originado por fatores como envenenamento, perda de habitat e a diminuição da população de ungulados (parte do seu alimento).
Para além dos esforços de monitorização existentes, esta espécie encontra-se no Plano de Ação Multi-espécie (Multi-species Action Plan), com o propósito de conservar e reduzir a mortalidade de abutres. Das múltiplas ações deste plano, destacam-se o combate à falta de conhecimento sobre a espécie, investigação sobre o tamanho populacional, ecologia e ameaças, e ações de redução da sua mortalidade direta e indireta.